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CSUL

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“A nova cidade: tudo junto no mesmo lugar”

“Uma população entre 120 e 160 mil habitantes em 40-50 anos”

 

A CSul Desenvolvimento Urbano é uma empresa criada em 2013 para implantar um projeto de desenvolvimento urbano em uma área na região da Lagoa dos Ingleses, nas cidades de Nova Lima e Itabirito. A associação é composta por um grupo de cinco acionistas: Grupo Asamar; Grupo Alicerce; BVEP (Braço Imobiliário do Banco Votorantim); MINDT (Grupo Barsobra Mello e JD Participações); AGHC.

Captura de Tela 2015-09-01 às 16.48.21

Para viabilizar a proposta, criou-se o Masterplan CSul, projeto que conta com a chancela do planejador urbano Jaime Lerner e está sob responsabilidade técnica deSérgio Myssior, arquiteto e urbanista e Thiago Metzker, Dr. em ecologia e conservação. O projeto planeja implantar uma nova centralidade no vetor sul da região metropolitana de Belo Horizonte, criando três núcleos urbanos conectados sob as premissas do Novo Urbanismo, conceito que visa integrar moradia, trabalho e lazer no mesmo espaço urbano.

Estágio Atual

EIA/RIMA protocolados em fev/2015 + licença prévia + Comunicado Conjunto CSul-SEDESE em 11/08/15 afirma Estado como parceirgarantidor do projeto

mapa

Principais Impactos

  • Noção de corredores ecológicos é ineficaz – “manchas verdes” são funcionais como conectoras da paisagem? e os animais de grande porte? e as zonas de borda?
  • A região do projeto trata-se de uma área de recarga de aquífero que alimenta 3 bacias hidrográficas – e os impactos da impermeabilização sobre a Barragem Bela Forma?
  • Existe um grande vazio subterrâneo resultante da antiga mina existente na região, hoje desativada, nas proximidades do projeto – e a possível contaminação do lençol freático por cianobactérias quando a porção d’água direcionar-se para essa grande área vazia da antiga mina?
  • O projeto está inserido em uma Zona de Transição da Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço – o processo de ocupação e manejo dos recursos naturais não deveriam obrigatória e legalmente ser conduzidos de modo participativo e em bases sustentáveis?
  • Previsibilidade de impactos sobre o sistema viário no EIA é rasa – não considera efeitos ou dados a longo prazo
  • “Os propósitos (…) parecem se alinhar mais aos interesses do mercado imobiliário do que ao projeto metropolitano” – “apesar da tentativa de uma construção participativa do planejamento metropolitano pretendida pelo PDDI, as discussões sobre os rumos da metrópole percorrem caminhos não tão participativos.”
  • Contradições – qual a real viabilidade desse projeto? Quem são as pessoas que irão morar nessa nova centralidade? Está sendo criada uma cidade-fantasma?

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