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Laboratorio Ciudadano: Cartografías Indisciplinares del Urbanismo Biopolítico

O workshop “Laboratorio Ciudadano: Cartografías Indisciplinares del Urbanismo Biopolítico” teve como objetivo abordar e chamar a atenção para o conjunto de forças que constituem as disputas de produção do espaço em metrópoles contemporâneas e apresentar a metodologia de mapeamento indisciplinares, a fim de reconhecer / explicitar o conjunto de atores que compõem essas forças envolvendo tanto o Urbanismo Neoliberal (do Estado-Capital) como Urbanismo Biopotente (resistências). Acreditamos que para que haja um exercício de cidadania é necessário primeiro compreender as forças que atuam sobre a constituição do espaço e, portanto, é essencial ensinar tanto as forças do Estado-Capital através de seus grandes projetos urbanísticos por parcerias público-privadas como o urbanismo feito por pessoas que resistem positivamente a essas forças. As orientações iniciais neste laboratório esteve ligada à experimentação e à inovação cidadão de investigação, desenvolvimento, documentação do que parece ser invisível nas cidades – o dado que não aparece normalmente nos planos urbanos e mapas turísticos. Colaborativamente busca-se conhecer melhor as forças biopolíticas que constituem a metrópole biopolíticos. O workshop foi uma colaboração entre investigadores e ativistas que aconteceu entre os dias 07 e 09 de julho de 2016. Foi coordenado pela arquiteta Natacha Rena (com seu projeto de pesquisa de pós-doutorado “Neoliberal Urbanismo, a Produção fazer Comum e Novo municipalismo Espanhol”), juntamente com uma Equipe de pesquisadores do Grupo de Pesquisa Indisciplinar UFMG – Talita Lessa, Marcela Silviano Brandão, Ana Isabel de Sá, Daniela Faria e David Narvaez. Aconteceu no MediaLab Prado, em Madri. No primeiro dia (07/07, entre 16:00-21:00), aconteceu a apresentação de pesquisadores do grupo Indisciplinar e a discussão entre os participantes do workshop. Também foi feita a apresentação do método indisciplinar de cartografias e suas principais ferramentas. Neste dia... read more

ATIVISMOS E CIDADE: DIÁLOGOS ENTRE COLETIVOS E UNIVERSIDADES

O ciclo de debates realizado em parceria com o Grupo de Estudos de Antropologia da Cidade (GEAC-USP) lança um olhar para as intersecções entre os movimentos de ocupação do espaço urbano, a universidade e a rua, de forma a contribuir para o debate corrente e os pensamentos futuros. As inscrições podem ser feitas através do link. 19/9 – Ocupações do espaço urbano e direito à cidade: Conflitos, táticas e interlocuções  Com Clara Castellano e Larissa Karla Montanhas. Mediação: Stella Zagatto Paterniani 20/9 – Ativismos Acadêmicos e Acadêmicos Ativistas Com Natacha Rena e Ícaro Vilaça. Mediação: Gabriela Leal. 21/9 – Ativismos Urbanos: Diálogos Interdisciplinares Com Guilherme Wisnik e Pedro Arantes. Mediação: Heitor Frúgoli Jr. Data 19/09/2016 a 21/09/2016 Dias e Horários Segunda a Quarta, 19h às 21h30 As inscrições podem ser feitas a partir de 25 de Agosto, às 14h, aqui no site do Centro de Pesquisa e Formação ou nas Unidades do Sesc em São Paulo. As inscrições pela internet podem ser realizadas até um dia antes do início da atividade. Após esse período, caso ainda haja vagas, é possível se inscrever pessoalmente em todas as unidades. Após o início da atividade não é possível realizar inscrição. Local Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar Bela Vista – São Paulo. Valores R$ 15,00 – credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes R$ 25,00 – pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública com comprovante R$ 50,00 –... read more

Rede Indisciplinar: Artesanías Urbanas – Equador

Artesanías Urbanas Equador é um projeto de extensão realizado em rede entre o Grupo de Pesquisa Indisciplinar UFMG – Brasil, pesquisadores da Universidade Central do Equador e estudantes de graduação no Equador. O projeto nasce como uma proposta metodológica acadêmica de ação no espaço urbano, onde a aprendizagem acadêmica se produz por meio da vinculação com comunidades de zonas vulneráveis em Quito – Equador. Através desta experiência pode-se observar como a intervenção no território em conjunto com a comunidade, a partir da ativação de processos culturais colaborativos, podendo potenciar conhecimentos e valores que estão dissociados na maioria dos territórios latinos americanos. Assim, as questões urbanas são apresentadas em sua complexidade real, onde são evidenciadas as relações e conflitos sociais, trazendo os estudantes a assumir o seu verdadeiro papel como profissionais.   Estudiantes rehabilitan espacios en La Tolita Teleamazonas, Ecuador, noticias, quito, canal 4, lindo canal, noticias Ecuador, noticias de Ecuador   O projeto vai da mão com as mudanças que estão acontecendo no Equador, tanto no nível produtivo como no nível educacional. Entre os novos documentos criados no país estão: a Constituição da República aprovada em 2008 através de um referendo popular, o Plano Nacional para o Bom Viver, criado em 2009 e a nova Lei Orgânica de Educação Superior – LOES publicado em 2010. Todos estes documentos têm um compromisso comum, impulsionar a colaboração entre os cidadãos onde as pessoas possam viver de uma forma mais justa e próspera. “Artesanias Urbanas: um processo metodológico para vinculação com a comunidade no Equador” é uma produção de Hernan Espinoza e Janaína Marx, pesquisadores do Indisciplinar Equador e professores da Universidade Central... read more

Mostra de Design 2011 | Saskia Sassen

Apresentamos os 15 primeiros minutos da palestra de Saskia Sassen, no "Seminário Internacional de Design e Política", realizado entre os dias 29 e 30 de abril de 2011, como parte da Mostra de Design 2011.

Saskia Sassen no evento Design e Política em 2011

Apresentamos a palestra de Saskia Sassen, no “Seminário Internacional de Design e Política”, realizado entre os dias 29 e 30 de abril de 2011, como parte da Mostra de Design 2011. A transcrição da palestra traduzida para o português está presente no livro  — “Design e política” — em versão digital que foi disponibilizado em 2014. Este livro traz contribuições de pesquisadores, artistas, ativistas, designers, arquitetos, etc. de diversas áreas no que tange à temática design/política. Alguns nomes que colaboram com essa publicação: Saskia Sassen, Nelson Brissac, Peter Pál Pelbart, Giuseppe Cocco, Giselle Beiguelman, Lucas Bambozzi, Eduardo de Jesus, entre muitos outros. Para mais detalhes, vejam abaixo o texto de abertura retirado do livro. Convidamos todos a baixar “Design e política” gratuitamente aqui: http://www.editora.fluxos.org/?page_id=27. — Alemar S. A. Rena e Natacha Rena (orgs.) // Colaboradores: Saskia Sassen, Nelson Brissac, Giuseppe Cocco, Ana Araújo, Christian Ullmann e Tania Cristina de Paula, Javier Barilaro, Antonio Yemail, Lucas Bambozzi, Giselle Beiguelman, Camilo Martinez e Gabriel Zea, Alemar Rena, Alejandro Araque Mendoza, Peter Pál Pelbart, Ana Isabel De Sa, Natacha Rena, Paula Bruzzi Berquó. Mostra de Design 2011 | Saskia Sassen Apresentamos os 15 primeiros minutos da palestra de Saskia Sassen, no “Seminário Internacional de Design e Política”, realizado entre os dias 29 e 30 de abril de 2011, como parte da Mostra de Design 2011.... read more

Chamada Revista Indisciplinar n. 2 (2016)

  O Grupo de Pesquisa Indisciplinar (EA UFMG/CNPQ) abre chamada para resenhas, artigos, traduções, relatos, experimentações, criações, ensaios, etc. para a segunda edição da Revista Indisciplinar (ISSN 2525-3263). Receberemos conteúdos que abordem a *cartografia* enquanto processo de produção estética, pesquisa e ativismo. Interessa a essa edição, por extensão, textos que discorram sobre a copesquisa, a pesquisa colaborativa, a formação de redes tecnopolíticas de investigação, e, de maneira mais geral, sobre modos de pesquisa que impliquem o pensamento na ação e transformação social, educacional e política. Serão bem-vindas, mais especificamente, reflexões, relatos de experiência e criações que indiquem a superação das clássicas divisões entre ensino, pesquisa e extensão, entre sujeito pesquisador e objeto estudado, entre atores sociais passivos e ativos em processos de investigação, criação e formação acadêmicos e não acadêmicos. As propostas serão recebidas pela comissão editorial até 11/09/2016, e podem ser enviadas (em português, espanhol ou inglês) para revistaindisciplinar@gmail.com. Para instruções aos autores e mais informações, favor visitar a seção da revista no site do Grupo de Pesquisa Indisciplinar:... read more

Julia Ávila Franzoni e Thiago Hoshino – Direito à Cidade S/A: a casa de máquinas da financeirização urbana

A pesquisadora do Grupo Indisciplinar, advogada popular e professora de Direito Urbanístico, Júlia Ávila Franzoni, apresenta o artigo “Direito à Cidade S/A: a casa de máquinas da financeirização urbana” em parceria com Thiago A. P. Hoshino, associado da Terra de Direitos – Organização de Direitos Humanos, pesquisador do INCT Observatório das Metrópoles, doutorando em direito do PPGD/UFPR e professor universitário . O artigo, fruto de parceira entre a Rede INCT Observatório das Metrópoles e o Le Monde Diplomatique Brasil, faz parte da série “O Direito à Cidade em tempos de crise” e busca compreender o processo de financeirização e empresariamento urbano no atual contexto das grandes cidades brasileiras. “A financeirização do espaço é uma prática, ou melhor, uma racionalidade prática associada ao neoliberalismo como “nova razão do mundo”. E, sob os auspícios de um suposto “fim da história”, a única razão advogada como válida, num mundo colonizado pelo mercado. A cartilha, adaptável às diferentes escalas (global, nacional, regional e local), combina um forte discurso legitimador, um arcabouço jurídico-político que lhe confere segurança e dispositivos institucionais garantidores de sua efetividade. A ontologia neoliberal financeira no espaço urbano é assim sumarizável: menos estado, mais instrumentos jurídicos negociais e governança compartilhada (com o mercado). Para combatê-la, no viés do direito à cidade em comum, é necessário, antes de tudo, destrinchar seus modos de operação – incidir na casa de máquinas. No nível do discurso, o enredo oficial combina a falência do welfare state com a necessidade de autofinanciamento das políticas públicas urbanas – o velho/novo conto das cidades como global players. E, a isso, no caso das grande cidades, se adicionam fabulações repletas de propaganda pró-legado,... read more
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