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Mostra de Design 2011 | Saskia Sassen

Apresentamos os 15 primeiros minutos da palestra de Saskia Sassen, no "Seminário Internacional de Design e Política", realizado entre os dias 29 e 30 de abril de 2011, como parte da Mostra de Design 2011.

Saskia Sassen no evento Design e Política em 2011

Apresentamos a palestra de Saskia Sassen, no “Seminário Internacional de Design e Política”, realizado entre os dias 29 e 30 de abril de 2011, como parte da Mostra de Design 2011. A transcrição da palestra traduzida para o português está presente no livro  — “Design e política” — em versão digital que foi disponibilizado em 2014. Este livro traz contribuições de pesquisadores, artistas, ativistas, designers, arquitetos, etc. de diversas áreas no que tange à temática design/política. Alguns nomes que colaboram com essa publicação: Saskia Sassen, Nelson Brissac, Peter Pál Pelbart, Giuseppe Cocco, Giselle Beiguelman, Lucas Bambozzi, Eduardo de Jesus, entre muitos outros. Para mais detalhes, vejam abaixo o texto de abertura retirado do livro. Convidamos todos a baixar “Design e política” gratuitamente aqui: http://www.editora.fluxos.org/?page_id=27. — Alemar S. A. Rena e Natacha Rena (orgs.) // Colaboradores: Saskia Sassen, Nelson Brissac, Giuseppe Cocco, Ana Araújo, Christian Ullmann e Tania Cristina de Paula, Javier Barilaro, Antonio Yemail, Lucas Bambozzi, Giselle Beiguelman, Camilo Martinez e Gabriel Zea, Alemar Rena, Alejandro Araque Mendoza, Peter Pál Pelbart, Ana Isabel De Sa, Natacha Rena, Paula Bruzzi Berquó. Mostra de Design 2011 | Saskia Sassen Apresentamos os 15 primeiros minutos da palestra de Saskia Sassen, no “Seminário Internacional de Design e Política”, realizado entre os dias 29 e 30 de abril de 2011, como parte da Mostra de Design 2011.... read more

Chamada Revista Indisciplinar n. 2 (2016)

  O Grupo de Pesquisa Indisciplinar (EA UFMG/CNPQ) abre chamada para resenhas, artigos, traduções, relatos, experimentações, criações, ensaios, etc. para a segunda edição da Revista Indisciplinar (ISSN 2525-3263). Receberemos conteúdos que abordem a *cartografia* enquanto processo de produção estética, pesquisa e ativismo. Interessa a essa edição, por extensão, textos que discorram sobre a copesquisa, a pesquisa colaborativa, a formação de redes tecnopolíticas de investigação, e, de maneira mais geral, sobre modos de pesquisa que impliquem o pensamento na ação e transformação social, educacional e política. Serão bem-vindas, mais especificamente, reflexões, relatos de experiência e criações que indiquem a superação das clássicas divisões entre ensino, pesquisa e extensão, entre sujeito pesquisador e objeto estudado, entre atores sociais passivos e ativos em processos de investigação, criação e formação acadêmicos e não acadêmicos. As propostas serão recebidas pela comissão editorial até 11/09/2016, e podem ser enviadas (em português, espanhol ou inglês) para revistaindisciplinar@gmail.com. Para instruções aos autores e mais informações, favor visitar a seção da revista no site do Grupo de Pesquisa Indisciplinar:... read more

Julia Ávila Franzoni e Thiago Hoshino – Direito à Cidade S/A: a casa de máquinas da financeirização urbana

A pesquisadora do Grupo Indisciplinar, advogada popular e professora de Direito Urbanístico, Júlia Ávila Franzoni, apresenta o artigo “Direito à Cidade S/A: a casa de máquinas da financeirização urbana” em parceria com Thiago A. P. Hoshino, associado da Terra de Direitos – Organização de Direitos Humanos, pesquisador do INCT Observatório das Metrópoles, doutorando em direito do PPGD/UFPR e professor universitário . O artigo, fruto de parceira entre a Rede INCT Observatório das Metrópoles e o Le Monde Diplomatique Brasil, faz parte da série “O Direito à Cidade em tempos de crise” e busca compreender o processo de financeirização e empresariamento urbano no atual contexto das grandes cidades brasileiras. “A financeirização do espaço é uma prática, ou melhor, uma racionalidade prática associada ao neoliberalismo como “nova razão do mundo”. E, sob os auspícios de um suposto “fim da história”, a única razão advogada como válida, num mundo colonizado pelo mercado. A cartilha, adaptável às diferentes escalas (global, nacional, regional e local), combina um forte discurso legitimador, um arcabouço jurídico-político que lhe confere segurança e dispositivos institucionais garantidores de sua efetividade. A ontologia neoliberal financeira no espaço urbano é assim sumarizável: menos estado, mais instrumentos jurídicos negociais e governança compartilhada (com o mercado). Para combatê-la, no viés do direito à cidade em comum, é necessário, antes de tudo, destrinchar seus modos de operação – incidir na casa de máquinas. No nível do discurso, o enredo oficial combina a falência do welfare state com a necessidade de autofinanciamento das políticas públicas urbanas – o velho/novo conto das cidades como global players. E, a isso, no caso das grande cidades, se adicionam fabulações repletas de propaganda pró-legado,... read more

Karine Carneiro escreve ensaio para discussão sobre rompimento da barragem de Fundão

A pesquisadora do Indisciplinar (EAUFMG) e do GEPSA (UFOP) participou, no dia 15/06, conjuntamente com o prof. Klemens Laschefski (GESTA/IGC/UFMG), na Escola de Arquitetura da UFMG, de uma discussão que envolve o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, que provocou e provoca graves consequências – sociais, econômicas, ambientais, físicas, culturais e psicológicas – nos modos de vida das comunidades atingidas. Para ler o ensaio escrito pela pesquisadora, com o título “Rompimento Inventariado: de encontros, afetos e paixões”, clique... read more

INCT – TECNOPOLÍTICAS: Territórios Urbanos e Redes Digitais foi aprovado no edital Chamada INCT – MCTI/CNPq/CAPES/FAPs nº 16/2014

O  INCT – TECNOPOLÍTICAS: Territórios Urbanos e Redes Digitais foi aprovado no edital Chamada INCT – MCTI/CNPq/CAPES/FAPs nº 16/2014. A divulgação do resultado pelo CNPQ foi publicada nesta postagem na página oficial do CNPQ: http://www.cnpq.br/…/journal…/56_INSTANCE_a6MO/10157/4855210 A Rede TECNOPOLÍTICAS: TERRITÓRIOS URBANOS E REDES DIGITAIS é uma rede de pesquisa de alto impacto científico e social voltada a investigar a aplicação das tecnologias digitais de comunicação aos processos de produção do espaço urbano. Pretende-se produzir conhecimento e explorar tecnologias que promovam a interseção entre as redes digitais e as dinâmicas espaciais urbanas. Compreende-se que estas tecnologias conformam, atualmente, parte indissociável da experiência e da organização das metrópoles contemporâneas, promovendo a fusão da sua dimensão físico-territorial com a das redes digitais. Partindo de um contexto de urbanização crescente, que alcança até mesmo os recônditos rurais e selvagens, a expansão da tecnologia informacional e das condições de conectividade vem transformando a vivência destes territórios e se integrando às suas infraestruturas com intensidade sem precedentes. No entanto, não se observa uma incorporação correspondente desses mesmos recursos nos instrumentos de planejamento das cidades, sobretudo no que concerne ao fortalecimento do diálogo entre os seus habitantes e o poder público. Portanto, pretende-se investigar/produzir tecnologia social aplicada a políticas públicas urbanas nos mais diversos níveis: mobilidade, moradia, lazer, cultura, economia, agroecologia, etc. O TECNOPOLÍTICAS propõe o desenvolvimento colaborativo de tecnologia social aberta e reaplicável, baseando-se em iniciativas como o movimento open source (software livre) ou peer to peer (entre pares) que promovem o livre compartilhamento de conhecimento a partir de novos modelos de licenciamento de conteúdo. Acredita-se que a ampla disseminação da informação produzida pelo é premissa... read more

Pesquisadores do Indisciplinar apresentam livro Tecnopolíticas do Comum

Os pesquisadores do grupo Indisciplinar, Natacha e Alemar Rena apresentam em conjunto com Lucas Bambozzi o livro Tecnopolíticas do Comum: arte, urbanismo e democracia como resultado do Cidade Eletronika 2015, reunindo os principais debates realizados no evento. “A publicação surge num cenário em que parece ser urgente uma maior compreensão das relações entre as micropolíticas do cotidiano, as artes e as tecnologias e a construção política das metrópoles a partir de uma transversalidade que inclua experiências sensíveis, antes pouco permeáveis pela política, e hoje talvez mais conectadas com o desejo de constituição do bem comum. A cidade é, possivelmente, o último reduto do projeto moderno. Estruturas massivas, onde as relações sociais são reorganizadas em função de ritmos de produção e trocas dos quais aqueles que nelas habitam dificilmente conseguem escapar. Mas talvez precisamente por isso são também lugares de resistência, onde é possível (ou simplesmente urgente) desenvolver novas estratégias e tecnologias de construção do espaço (físico, afetivo e social) e constituição da vida. Frente a isso, Cidade Eletronika: Tecnopolíticas do Comum se apresenta ao mesmo tempo como uma coleção de propostas de intervenções tecnológicas, políticas e artísticas no contexto urbano, e uma aposta na noção de que essas intervenções sejam, de fato, cada vez mais urgentes e possíveis.” Pablo Lafuente — Professor visitante da Universidade Federal do Sul da Bahia e co-curador da 31a Bienal de São Paulo.   Em 2015 o Cidade Eletronika teve sua programação compartilhada com o Fórum Eletronika, Festa das Luzes e o próprio Eletronika, e aconteceu entre 08 e 12 de outubro na Praça da Liberdade e seu entorno. O projeto ocorre desde 1999 em Belo Horizonte, associado ao... read more
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